Autoridade é suspeita de usar mãe idosa como laranja em empresa especializada em análise gerenciamento de informações técnicas não especificadas anteriormente.

Escrito por Portal TPNews

5 de janeiro de 2022

Categoria(s): Justiça

Tag(s): Rio de Janeiro

Rio – Após nossa equipe de reportagem , ter levantado algumas informações deverás relevante, entendemos que, seria muito oportuno falar sobre tema um tanto quanto delicado e conhecido de todos, entretanto, muito pouco debatido pela sociedade. Contudo, este fato, tanto quanto inusitado, nos obriga a tratar o assunto com maior profundidade e cuidado, devido a seriedade e a gravidade do fato apurado, por nossa equipe de campo, motivo que nos fez sentir na obrigação de tornar público este delicado tema (“laranja ou testa de ferro?”).

Os termos “laranja” e “testa de ferro” designam, na linguagem popular, a pessoa que intermedeia, voluntária ou involuntariamente, transações financeiras fraudulentas, emprestando seu nome, documentos ou conta bancária para ocultar a identidade de quem é o real responsável pela pessoa jurídica que opera sobre negócios no mínimo suspeitos. Façamos nós uma simples pergunta; Poderia o Ministro da Economia ser consultor financeiro de empresas privadas?

Poderia O presidente do Banco Central ser o dono de uma casa de câmbio?

Poderia o investigador de policia, que apura um crime, ser dono ou sócio de empresa de investigação e venda de informações para pessoa física ou jurídica privada?

A resposta é sim…. Mas como, e o conflito de interesses?

É simples.. Basta burlar a legislação, um delegado de policia ou o chefe de Policia, ou até mesmo um secretário de Estado, poderia muito bem abrir uma empresa de ARGUMENTO ANALISE E GERENCIAMENTO DE INFORMAÇÕES, inserindo como sócia administradora a própria mãe idosa de quase 80 anos, uma irmã, irmão, mulher ou até mesmo um amigo e. atuar nos bastidores apenas como sócio secundário ou um simples sócio. Mas, onde queremos chegar?

Estamos falando da empresa ARGUMENTO ANALISE E GERENCIAMENTO DE INFORMAÇÕES LTDA CNPJ – 29.234.201/0001-35, empresa de gerenciamento de informações que atua em endereço diferente do informado a Receita Federal a receita federal, não atualizado ou simplesmente desconhecido.

Um determinado Delegado de Policia Civil seria sócio secundário da empresa em que a própria mãe apesar da idade próxima aos 80 anos, seria Sócia administradora

A prática de emprestar o nome e os dados pessoais de outra pessoa para ações burocráticas como a abertura de uma empresa é desaconselhada e pode resultar em multas e ser considerado crime  penal. Pois abrir empresa no nome de quem não seja realmente sócio, os chamados “laranjas”, pode ser crime de estelionato/fraude tipificado no Código Penal (Decreto-Lei 2.848/40). Incorrerá no mesmo crime quem permitir o uso de seu nome falsamente como sócio de empresa.

Não se engane, a abertura de empresas não é algo que possa ter suas informações terceirizadas, além de poder constituir-se crime federal, o uso de dados alheios pode trazer uma série de problemas e consequências indesejadas para o colaborador desatento, afinal seus dados serão utilizados e administrados por outra pessoa e isso pode significar muito dependendo das intenções dela. Essa terceirização no uso de dados também deve ser considerada como ato ilegal em situações diversas, como a tentativa de obtenção de crédito ou empréstimo com informações de outra pessoa. O projeto de lei que criminaliza a abertura de empresas com o CPF de outra pessoa foi aprovado pela CCJ em meados de 2018.

Ex-deputado já teria usado a própria mãe como laranja, diz Procuradoria, que determinou a prisão do deputado pela Bahia Luiz Argolo.

A. Ferreira Veloso, seria mãe de, F. da Silva Veloso, atual secretário de uma pasta do Rio de Janeiro

A Receita Federal já investiga o caso, e irá apurar se há irregularidade na constituição da empresa, considerando que o objeto da empresa, seja voltada para um serviço típica de inteligência policial ou venda de informação, serem incompatíveis com atividade que envolva uma senhora de aproximadamente oitenta anos, enquanto o sócio secundário seja um agente público das forças de segurança, e secretário de uma pasta que, tem sob sua responsabilidade um equipamento de interceptação de dados telefônico e telemáticos. Isso é mínimo suspeito.

Quem não respeita nem mesmo os seus idosos, não irá se preocupar com idosos apenados e privados de liberdade. Fica a Dica!

Com a Palavra: Receita Federal Polícia Federal e o Ministério Público Federal.

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