Condenado a prisão domiciliar por ligação com tráfico de drogas é cedido à Secretaria de Saúde pelo Secretário Fernando Veloso

Escrito por Portal TPNews

15 de dezembro de 2021

Rio – Em 08/12, o deputado Rodrigo, Amorim, (PSL), acusou Marcelo Freixo, de manter oito policiais Penais irregularmente a sua disposição, Segundo cálculos do gabinete de Amorim, o Estado do Rio já gastou mais de R$ 1 milhão com estes policiais desde o começo do mandato de Freixo, em fevereiro de 2019. A descoberta desta situação irregular se deve a denúncias anônimas feitas ao gabinete de Amorim logo após o encontro de Rodrigo Amorim com o Secretário Fernando Veloso, em uma festa realizada na quadra do Salgueiro três dias antes de amorim revelar a “denúncia”, para imprensa. (A Escola de Samba do Salgueiro, teve como Patrono o bicheiro Miro, presidente de honra da escola Alve Rubro)

O que o deputado Rodrigo Amorim esqueceu de denunciar, é que o inspetor de Segurança e Administração Penitenciária, Luciano Fagundes Pinheiro, condenado em prisão domiciliar, por passar informações para o tráfico, além de manter relações pessoais com o traficante Menor P e Nem da Rocinha, foi cedido à Secretaria Estadual de Saúde do Estado do Rio de Janeiro, contrariando o decreto do Governador Claudio Castro nº 47.853 de 01 de dezembro de 2021.

.Segundo fontes, Luciano era o elo entre o traficante Nem da Rocinha com policiais corruptos da 15ª Delegacia de Policia na Gávea.(Bonitão batia ponto na sede do Flamengo, onde prestava serviço de segurança para alguns Jogadores).

Apesar do Decreto e da condenação, está cumprindo prisão domiciliar, por força de um mandado de prisão após sentença condenatória, expedido pelo tribunal de justiça do estado do Rio de Janeiro, em15 de setembro de 2021, por associação ao tráfico de drogas, no dia 07 de dezembro, em ato do Secretario Fernando da Silva Veloso, ignorando todos os fatos narrado, Luciano de Lima Fagundes Pinheiro, foi cedido para a Secretaria de Saúde, mesmo não possuindo formação técnica em saúde, contrariando o decreto do Governador, publicado em diário oficial, determinação para que todos os policiais penais cedidos a outros órgãos, retornassem a secretaria de Estado de Administração Penitenciária, entretanto, o que se viu foi a cessão de um servidor, em prisão domiciliar, sem tornozeleiras, empresário na área de segurança e vigilância, ser liberado sem que a própria secretaria de saúde saiba dizer de quem foi o pedido, nem mesmo a função que o preso cedido irá realizar por lá, ou sua carga horária, já que na pasta de origem, (SEAP-RJ), não comparecia para cumprimento de suas atividades, no gabinete da subsecretaria Geral ocupada pelo policial Penal Mainoth, (amigo e companheiro inseparável desde a época de ALERJ) por estar em prisão domiciliar.

Luciano Pinheiro, (Bonitão) sequer foi ouvido pela corregedoria, por estar em prisão domiciliar, (esta foi a justificativa para o não comparecimento), contudo, foi cedido para a Secretaria de Saúde por requisição ignorada. O Portal entrou em contato com assessoria de comunicação da Secretaria de Saúde do Estado do Rio de Janeiro, para tomar conhecimento de quem partiu a indicação ou requisição de Luciano para pasta da saúde, se pelo Secretario de Saúde ou por pedido politico .

Luciano é um empresário do ramo de segurança e Vigilância, dono da empresa de SOE LUCIANOCNPJ-23.169.239/000195, (atualmente em situação inapta) de atividades de Vigilância e Segurança Privada. A empresa de vigilância e segurança de Luciano, possui mais de 6 (seis) anos ativa e o seu capital é avaliado em cem mil reais.

PINGA FOGO

Glaidson, mesmo estando no período de quarentena, recebeu, segundo a corregedoria da pasta, quatro pessoas no presídio: dois funcionários públicos e duas pessoas que têm negócios com G.A.S.. Um dos funcionários públicos se identificou apenas como Luciano e deu número de matrícula já desativado.(Este nós já sabemos de quem se trata)

A corregedoria convocou para prestar esclarecimento, dois servidores envolvidos, Luciano Pinheiro e o diretor exonerado.

Luciano não pôde comparecer, por estar em prisão domiciliar, e a corregedoria também não fez muita questão de ouvi-lo, por isso não enviou a comissão de sindicante até a sua residência para ouvi-lo;

O Ex-diretor, compareceu, e prestou o seguinte esclarecimento: “Tudo foi autorizado pelo Gilberto Mainoth”, Mainoth teria feito contato via telefone com o ex- diretor depoente quando ainda estava no cargo e determinado que o preso fosse tirado da cela e conduzido ao gabinete do diretor para desenrolar com as pessoas levadas até Gericinó por Luciano para conversar com o preso Glaidson. O Ex-diretor se propôs a falar mais….”Quero colaborar, vou falar até o nome dos deputados que enviaram estas pessoas” mas o sindicante declinou destas informações e achou melhor não consignar este detalhe no termo do ex-diretor.

Com a Palavra, o Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro!!

NA FORMA DA LEI

direito de resposta é assegurado pelo Inciso V do artigo 5º da Constituição de 1988 e garante que, ao sofrer uma ofensa, você tenha o direito de se defender publicamente, na mesma proporção em que foi ofendido. …

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