De alvará em alvará! “Não precisa explicar, eu só queria entender!” O Macaco ta certo!!!

21 de março de 2021

Categoria(s): Sistema Penitenciário

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 “outubro de 2020”, João Victor Rosa foi solto
graças ao mesmo esquema que fraudou alvará de soltura de João Felipe Cordeiro
Barbieri (Rei das Armas) – neste período de acordo com nossa apuração, após pesquisa em boletim interno da própria Secretaria, constatamos que Niete Elias Moura, policial penal,
respondia pela Coordenação Geral de Classificação.

           Segundo STJ, “investigação de falsidade de documento federal é
competência da Justiça Federal (Informativo 541 – STJ), entretanto, SEAP-RJ teria
solicitado a intervenção da Policia Civil do Rio no caso para dar uma resposta rápida para imprensa.

                  Rio -Segundo investigações da Polícia Federal, João Felipe Cordeiro Barbieri, enteado de Frederick Barbieri, conhecido como o Senhor das armas, e João Victor Silva Rosa — apontado como integrante da mesma
quadrilha — e Gilmara Monique de Oliveira Amorim deixaram as cadeias em que estavam graças a documentação falsa, expedida em nome de alvará supostamente emitidos pelo TRF-2 (Justiça Federal). As liberações de ambos ocorreram entre os meses de outubro e novembro do ano passado. As fraudes, porém, só foram descobertas no início de fevereiro deste ano.

               Recapitulando a trama dos alvarás  em que, a algumas semanas e em razão de um suposto pedido de apoio efetivado pela SEAP-RJ para apurar o esquema de falsos alvarás (já com investigação em andamento pela Polícia Federal), a Policia Civil do Estado do Rio de Janeiro, iniciou uma investigação, que culminou com a prisão de suspeitos de falsificação de Alvarás “emitidos” pela justiça federal, mais precisamente pela 8ª vara do TRF-2, onde para justificar uma das prisões, o delegado responsável pela operação, declarou para imprensa uma justificativa um tanto quanto contraditória.

            Segundo o delegado responsável pela investigação, o agente público, Fabio Luis Polidoro, teve o pedido de prisão temporária deferido,
pelo fato de ser o coordenador Geral de Classificação da Secretaria de Estado de Administração Penitenciária do Estado do Rio de Janeiro na data em que um dos alvarás falso foi emitido e cumprido em Bangu 6, entretanto a investigação não apurou que  Fabio Luis Polidoro só assumiu a Chefia geral de Classificação , cinco dias após o início da trama que colocou em liberdade, João Victor Rosa em 14/10/2020, trinta dias depois seu comparsa, membro da mesma quadrilha, o traficante internacional de armas, João Felipe Cordeiro Barbieri, enteado do “Rei das armas”. João Felipe Barbieri foi posto em liberdade pelo mesmo esquema de falsos alvarás em 18/11/2020, João Victor Rosa que saiu pela porta da frente dando tchaus para as câmeras saiu no dia 14 de outubro de 2020 (trinta e quatro dias antes), segundo BI (Boletim Interno) da SEAP-RJ, e Niete Elias Moura, respondia pela Coordenação Geral de Classificação na época, sendo substituída cinco dias após ao suposto inicio da trama. mas, inexplicavelmente retornou ao cargo após o afastamento e a prisão de seu indicado, Fabio Luis Polidoro. 

               Mesmo com os indícios de que a trama dos alvarás tenham se iniciado no início da PANDEMIA do COVI-19, o Secretario de Estado de Administração Penitenciária Raphael Montenegro determinou auditoria apenas nos meses de setembro, outubro e novembro, apesar de que os envios de alvarás via email tenha se dado a partir de março de 2020, com o início do Decreto com medidas de prevenção pandêmica.

           

Rádio Corredor

           1- Na Coordenação de Classificação, um de seus membros atuaria como  Banco informal, emprestando dinheiro a juros (agiotagem). Segundo bastidores na central do Brasil, Polidoro seria um cliente assíduo da empresária do ramo de empréstimos informais, motivo pelo qual, sua prisão causou preocupação.

              2- Comentários entre presos do cárcere fluminense, indicam que a fuga teria custado cerca de 15 milhões de reais para a dupla de traficante de armas.

             3 –   Será que a Polícia Civil investigou isso? Ou só veio da uma satisfação a sociedade? Já que as investigações da Polícia Federal continuam. Afinal… Houve Crime Federal!

                     

De acordo com o informativo 541 do STF – Supremo Tribunal Federal, compete à Justiça Federal processar e julgar ação penal relativa a crime de falsificação de documento público e de uso de documento falso (C.P, artigos 297 e 304, respectivamente), quando a falsificação incide sobre documentos federais. Com base nessa orientação, a Turma proveu recurso extraordinário para assentar a competência da Justiça Federal para julgar os delitos cometidos pelo recorrido, consubstanciados na adulteração de Certidão Negativa de Débito emitida pelo Instituto Nacional do
Seguro Social – INSS, assim como no caso de falsificação de emissão de alvará para libertar preso da justiça Federal. 

 
Direito de Resposta

 O artigo 4º da Lei 13.188/2015 impõe a proporção entre a resposta ou retificação e a “matéria que a ensejou”. … Em segundo lugar, submete-se o direito de resposta ao prazo decadencial de 60 dias (artigo 3º da Lei 13.188/2015) contado de cada divulgação, publicação ou transmissão da matéria ofensiva.16 de nov. de 2015

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Paulo Moisés B. Lourenço
Paulo Moisés B. Lourenço

Editor chefe do Portal TPNews.
Publicitário, Formado em comunicação Social pela Universidade Gama Filho.

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