Estudos comprovam que pelo menos “1.788.500” imigrantes europeus foram jogados ao mar na travessia para o novo mundo

Escrito por Wilson Camilo

15 de agosto de 2021

Tag(s): OPINIÃO

A história deste flagelo, com todos os seus horrores e subtilezas, onde portugueses e brasileiros criaram um sistema que oscilava entre o chicote e a recompensa.

O trato dos viventes, Luiz Felipe de Alencastro assinala que entre 1550 e 1930, o mercado de trabalho no Brasil esteve desterritorializado, quando o contingente principal de mão de obra nasceu e cresceu fora do território colonial e nacional.

Primeiro, a importação de escravos, que persistiu após a independência e se intensificou na metade inicial dos oitocentos (século XIX); O primeiro embarque registrado de africanos escravizados ocorreu em 1525 e o último em 1866.

A vinda de imigrantes europeus ganhou contorno expressivo no final do século XVIII. onde o número de viagens realizadas do velho mundo para o Brasil foram aproximadamente de 9.743 viagens, e a media de 14 mortes por dia, em 350 anos, onde em quase sua totalidade, o oceâno atlântico foi a sepultura. As causas foram diversas; maus tratos, homicidios. doenças, pragas e pestes desenvolvidas na viagem.

Escravos negros ou brancos (imigrantes), Isso nunca foi o importante, o que sempre valeu, foi o fornecimento e controle da mão de obra para a economia agroexportadora Oitocentista, entretanto, com o passar dos séculos, o mesmo vale para os dias atuais, basta uma simples visita às comunidades e periferias do pais, que encontraremos descedentes de ambas as raças, sendo exploradas e controladas até os dias atuais.

Wilson Camilo
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