Justiça proíbe transferência de idosos para criação de presídio exclusivo para policiais civis no Rio!

Escrito por Portal TPNews

6 de janeiro de 2022

Categoria(s): Direitos Humanos

Tag(s): JUSTIÇA

“Com decisão judicial, Acordo político cai por terra ‘.

Por- Portal de Notícias TPNews: 15:57

Rio – Após denúncia publicada pelo PORTAL DE NOTÍCIAS TPNEWS, amplamente divulgada em 28/12/2021, o Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro, Defensoria Pública e a Vara de Execuções Penais do Estado do Rio de Janeiro, alertando os, sobre o “projeto pessoal” do Secretário Fernando Veloso, por atender supostamente a pedido de um certo grupo de políticos da bancada da bala, da ALERJ, segundo fontes, a secretaria teria se comprometido em criar um presídio exclusivo para custodiar policiais civis, administrado por policiais civis, onde somente os policiais civis preso sem a perda da função seria beneficiado pelo projeto.

Acordo só beneficiaria policiais da secretaria da polícia civil, instituição de origem de Fernando Veloso, que vem agindo de forma corporativista, em desacordo com o interesse da administração pública, a ponto de expor internos idosos, à crescente casos da ômicron, uma mutação do vírus da covid 19, pandemia que assola o mundo, e atualmente, o Estado do Rio de Janeiro, um dos estados onde a mutação do vírus vem se expandido em grande escala, sendo os idosos, as principais vítimas, por serem reconhecidamente principal grupo de risco nesta era pandêmica do COVID 19. 

 O juiz corregedor da Vara de Execução Penal do Rio, Dr. Bruno Rulière, pois fim a farra dos “acordos de bastidores políticos” ao conceder uma liminar proibindo que a Secretaria de Administração Penitenciária (Seap) do Rio viesse a transferir presos idosos, do Instituto Penal Coronel PM Francisco Spargoli da Rocha em Niterói, para outra unidade prisional.

O pedido foi feito na última segunda-feira pela Defensoria Pública do Estado do Rio de Janeiro, quando descoberto, que a realocação dos detentos ocorreria a toque de caixa, com o único intuito; transformar a cadeia em uma unidade “exclusiva” para policiais civis, e Fernando Veloso, atual secretário de Administração Penitenciária, é delegado de Polícia Civil, entretanto, por bem do serviço público e da integridade física, além do bem estar dos idosos privados de liberdade, a decisão de Rulière ocorreu na última terça-feira. (04/01/2022), um dia antes da planejada transferência, pondo fim ao projeto político em tela.

A petição do Núcleo do Sistema Penitenciário (Nuspen) da Defensoria, ao qual o Portal teve acesso, em primeira mão, os defensores públicos afirmam que tiveram informações de que uma transferência de todos os 69 detentos da unidade ocorreria esta semana. Ainda de acordo com a defensoria, os idosos iriam para a Cadeia Pública Constantino Cokotós, também em Niterói, onde ficam presos atualmente, os policiais civis, junto com policiais federais e penais da ativa, além dos ex-integrantes das Forças de Segurança.

Fernando Veloso vem colecionando pontos negativos, dentre eles, o constrangimento do preso Sérgio Cabral Filho, recorrer a justiça, por entender que estaria em risco estando sob a guarda de quem teria delatado, entendo ter a sua guarda e integridade física em risco, Cabral alegou sentir-se ameaçado pelo Secretário, vez que o mesmo foi delatado na Justiça Federal. Veloso também esteve envolvido em denuncia de uso excessivo de verba secreta no valor de  220 mil em menos de 3 meses de gestão, além de ameaçar e assediar servidor de carreira da SEAP/RJ, readaptado por (SINDROME DE Burnout) consequência de assédio moral continuo na secretaria, em pleno o evento evento, cujo o tema era o combate ao assédio moral – devidamente registrado na 4º DP sob o número  de RO.004-05540/2021,  nos artigos 147 do código penal  (ameaça) e 146 do código penal (constrangimento ilegal) e outros, como abuso de autoridade, assédio moral. Veloso também terá que responder a sindicância na Secretaria de Estado de Administração Penitenciária do Estado do Rio de Janeiro, assim como o procedimento aberto na Corregedoria Geral de Policia e Ministério Público do Trabalho, sem prejuízo da ação cível, por danos morais e material.

O Secretário Fernando Veloso também terá que explicar a criação de uma empresa especializada em serviço de análise de informações, fundada em 2017, um ano após deixar o cargo de chefe da Polícia Civil (Veloso foi chefe da Polícia Civil de 2014 a 2016). 

Documentos revelam que diversas empresas foram multadas, entretanto, haveria pedido do Secretário, de estado para que as multas sejam revistas ou perdoadas, conforme denuncias recebidas pelo nosso portal, em nosso disque denúncia, conforme documentos que demostraremos a baixo:

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